quarta-feira, 11 de novembro de 2009

FÉRIAS...


ALGUNS PAÍSES ASIÁTICOS...ou não!

OMÃ

LAUS

CATAR

SÍRIA

LÍBANO

JORDÂNIA

TAILÂNDIA

...E RIO DE JANEIRO!
DESEJO A TODOS UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE PAZ.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A CRIATURA E O CRIADOR -PARTE 2



















O artista Sergio Coirolo recebe a visita de Danúbio Gonçalves artista plástico consagrado e catalogado no mundo das artes.

A obra sendo acabada.

O telefone do artista está na primeira postagem .

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

..SOBRE .PÉROLAS...

Sendo a mais antiga e universal das pedras, na Bíblia, no Alcorão e no Talmude elas significam riquezas.


Em 3.500, a.C, a sociedade civilizada do Oriente Médio e da Ásia considerava as pérolas como a mais valiosa de todas as suas propriedades,.

Para eles , a pérola era o símbolo da pureza da castidade e da inocência.


Mas tarde através do centro comercial e financeiro de de Bombaim,esta jóia chegou as coleções reais do império britânico, vindo da India, e do Egito.

Quando o Sha ocupava o trono do Iran a sua fantástica coleção de jóias ficava a 5 metros abaixo do solo




Havia imensos receptáculos de safiras, diamantes esmeraldas e malas separadas para as pérolas no valor esrtimado em milhoes de libras esterlinas.
A maoir pérola natural do mundo.




Entre 1920 e 1930, contudo, tudo mudou devedio ao aparecimento das pérolas cultivadas pelos japoneses.

Os chineses foram os primeiros a ter sucesso com suas pérolas Budas, mas foram 3 japoneses que descobriram o segredo da cultura das pedras até os dias de hoje.

sábado, 4 de julho de 2009

A CRIATURA E O CRIADOR


Ainda em fase de acabamento. esta enorme escultura que representa dois cavaleiros se comprimentando em completo movimento vai ornamentarar a entrada de uma cidade do Rio grande do Sul.


Este escultor já está fazendo trabalhos para são Paulo, Rio de janeiro e belo Horizonte.





Apresento a todos vocês Sergio Coirolo, arquiteto, foi este gênio que fez minha casa, depois de passar uns tempos na itália e ser aluno de grande mestres está agora se dedicando inteiramente a escultura. . Telefone para contato:[48] 84140977.
Posso garantir como marchand que o trabalho , a arte de Sergio é algo de impressionante.Esta escultura tem exatamente 3 metros de autura.

terça-feira, 16 de junho de 2009

CARLTON HOUSE-- UM REI CALOTEIRO




As festas e recepções oferecidas pelo principe Regente na Carlton House tornaram-se legendárias devido as estravagâncias e preparativos super elaborados.







Desde o momento em que o príncipe mudou-se para a Carlton House, passou a reforma-la e aumentar seu tamanho sem parar.Vária casas foram demolidas nas imediações da edificação por toda a Pall Mall até Marlborough House.


Por ocasião de uma das festas de Sua Alteza Real, o The Sun reportou que quinhentos homens trabalharam durante um mês para exibir " a mais brilhante queima de fogos jamais vista no país"




Sala de banquetes

Na primeira festa que o Regente ofereceu quando ainda era o príncipe de gales, foram enviados seis mil convites para a recepção que teria lugar no mês de junho
As 7 horas do dia previsto, a Pall Mall, St.jamas Street e Haymarket ficaram congestionadas pelas carruagens, apesar da festa só começar as 10 horas.

A organização foi tão brilhante qaue, apesar da enorme multidão não houve pressa nem tumulto durante a espera, e tudo foi realizado como numa casa comum.





O principe Regente era famoso por não pagar suas contas.




Maria Fitzherbert, foi sua amante durante anos 18 anos. Participava das festividades ao lado do principe.



Mesmo aqueles que já haviam estados na Carlton House sempre ficavam pasmos diante de tanta beleza , obras de arte e mobília. O regente continuamente renovava suas coleções, sempre sem pagar suas contas. Nesta época era comum os maridos fazerem que nada viam em relação a sua esposas.
Os marchand, nunca receberam por vender as obras de arte de Carlton House

Quando se tornou George IV e mudou-se para o palácio de Buckingham , a maor parte de suas coleções o seguiu.

Sempre tive curiosodade de conhecer a Carlton House, que foi demolida em 1927.

Mas não há dúvidas de que , apesar de suas extravagâncias o Príncipe era um homem notável , bem humorado e feliz.

Ele possuia não apenas um perfeito bom gosto , era afável, divertido e encantador.

Alguem certa vez o descreveu como " a belevolência em pessoa".

terça-feira, 9 de junho de 2009

JÓIAS DA ÍNDIA

Esta postagem é para minha amiga Manuela, dona de um dos mais charmosos e interessantes blgos. A Nossa Senhora que está aí ao lado foi presente dela.

As jóias da india são fabulosas e muitos Marajás e Príncipes possuem suas próprias minas ainda hoje.















O Marajá de Hyderabad considerado um dos homens mais ricos do mundo [ hoje seu filho], possui sua própria mina de diamantes.


Esta mina produziu o maior diamante do mundo, conhecido como diamante koh-i-nor, do tamanho de um ovo de galinha, o qual agora se encontra entre as jóias da coroa britânica.



Depois do Marajá de Hyderabad, os que tinham jóias mais fabulosas eram os Marajás de Baroda, cujo garanhão usava uma cilha de esmeraldas, o Marajá de karpala, que costumava usar um broche com pérolas e 3 mil diamantes para prender seu turbante, além de usar cinco colares de diamantes e esmeralda, um cinto de diamantes e prender o lenço ao redor do pescoço com uma esmeralda de 5 polegadas.









Os filhos deste brincavam de jogar bolinhas de gude, usando esmeraldas grandes e também jogavam pérolas como se fosse confetes.

Um príncipe hindu insistiu para sua esposa usasse um cinto de castidade, com que ela concordou- desde que o mesmo fosse feito com diamantes

Nas minas até hoje trabalham escravos, pessoas que vivem em total miséria.

Em 1890 até 1930 entrou no Brasil milhares de diamantes vindos da india, diamantes[ rosa e azul], todos "doentes", irradiados com cobalto, este diamantes costumavam ser de segunda linha, com pouco brilho, com o cobalto ficavam lindos com cor, valendo assim muito mais.

Filme que mostra a triste realidade na minas de diamantes.



Estes diamantes usados em anéis, brincos causam cancer,porque a irradiação fica para sempre.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

MOULIN ROUGE



Durante muito tempo o nome Moulin Rouge tornou-se sinônimo e se relacionou diretamente com a palavra prazer em todas suas possíveis conotações.





Paris do século XIX!, capital dos prazeres proibidos, reino de belas e desinibidas mulheres que se exibiam no cabaré Moulin Rouge, cobertas de seda e jóias espetaculares ao lado de seus ricos amantes.










O cabaré Moulin Rouge era o coração do grande mito erótico de Paris na época maliciosa, livre e desinibida, cheia de froufrou, música, champanhe, amor, risos, escritores, poetas e pintores boêmios.




A época dourada do Moulin Rouge durou apenas 5 anos.





La Goulue, a rainha do cancan dançarina sensual, com sua arte cheia de erotismo primitivo, seu cabelo vermelho natural assumiu rapidamente o lugar de prima- dona do cabaré e se tornou famosa em toda Paris. Era a mais famosa cortesã da época.









Ela era tão irreverente que,em uma ocasião, dirigiu-se ao príncipe de Gales, um dos seus [amantes] ,gritando-lhe no meio do cabaré:


Ei Gales! É você que está pagando o champanhe?

No final de 1892 Lá Goulue passou a trabalhar em circo, dentro de uma jaula de leões e, alguns anos depois , gorda e prematuramente envelhecida , ficou completamente na miséria.



Este bilhete escrito por La Goulue está hoje em um museu de Paris.

Chegando a passar fome e morando na rua.

Sobre esse mundo dissoluto de Paris, o escritor Max Nordau publicou, o livro Degeneration, contando a degeneração dos costumes parisienses nesta época.






O livro se tornou um sensacional best-seller!

Holllywood também retratou este mundo no filme Moulin Rouge estrelado por Shirley MacLane no papel da bailarina e José Ferrer no papel do grande pintor Toulouse Lautrec.


segunda-feira, 11 de maio de 2009

CONDE DRÁCULA (POSTAGEM ANTIGA À PEDIDO)

O PATRIOTA- VAMPIRO
POSTAGEM PARA MEU AMIGO CARLOS, DO BLOG COISAS PESSOAIS














E para meu filho LEOPOLDO CORREA, jornalista, fotógrafo e demolidor de postes ---> /















Mortalmente pálido, com dentes afiados de onde escorre sangue, o sinistro Drácula é o paradigma do horror na literatura de ficção. O seu antecessor na vida real, igualmente sanguinário, é no entanto um herói nacional. E ...romântico.








"Todos os meus sentimentos se transformaram em repulsa e terror quando vi o homem emergir lentamente da janela e começar a deslizar pela parede do castelo, de cabeça para baixo, sobre aquele abismo medonho, com a capa aberta como grandes asas." Foi assim que Jonathan Harker, jovem assistente de um advogado inglês, vislumbrou o seu nobre anfitrião numa noite de luar na Transilvânia, região rochosa e agreste dos montes Cárpatos onde hoje é a Romênia.















Harker é, evidentemente, o jovem herói de um dos mais populares romances de todos os tempos, Drácula, de Bram Stoker, que foi um sucesso imediato ao ser publicado pela primeira vez em Londres, em 1897, e tem sido continuamente editado desde então.
Vários filmes, adaptações teatrais, revistas, e até balé têm levado a milhões de pessoas em todo o mundo a história do odioso conde-vampiro.














No livro, Drácula vai até a Inglaterra para espalhar o seu culto dos vampiros e procurar a mulher amada. Seus objetivos são frustrados quando Harker foge do castelo e junta seus esforços aos do Dr. Abraham Van Helsing, perito holandês em vampirismo.




Mas a fonte principal de Drácula são as crendices profundamente enraizadas da Romênia rural. Segundo a religião ali dominante, a da Igreja Ortodoxa Oriental, as pessoas que morrem sob maldição ou excomungadas transformam-se em mortos vivos, ou moroi. A supertição local criou ainda os strigoi, pássaros demoníacos que só voam de noite, ávidos por carne e sangue humanos. O vampiro tem o poder de tomar formas de animais, na maioria das vezes de lobos ou morcegos.Em algumas aldeias, quem se recusa a comer alho torna-se suspeito de vampirismo
















SENSUALIDADE OCULTA
Numa época de repressão sexual como foi o reinado da rainha Vitória, segundo muitos críticos literários, os sentimentos eróticos eram frequentemente disfarçados. Stoker, no seu livro, pode ter sublimado incoscientemente fortes temas sexuais, misturando os ataques violentos dos vampiros com um desejo intenso de experiências sensuais. Harker, por exemplo, está sem dúvida reagindo romanticamente ao ser abordado durante o sono por três jovens seguidoras de Drácula. "Possuíam todas dentes brancos e brilhantes que contrastavam, como pérolas, com a cor de rubi de seus lábios voluptuosos."















Mas este atrativo erótico, juntamente com o inegável mistério das antigas superstições sobre os "não-mortos", é ainda intensificado na novela de Stoker por outro elemento fantástico: a história incrível, mas verdadeira, de um belo e venerado herói romeno, o tirano que tão valentemente combateu os inimigos turcos; o belo tirano que ficou na história como Vlad, o Empalador.




















O Drácula original foi um príncipe que viveu no século XV. Retratado nos quadros e gravuras da época, com um farto bigode, grande nariz adunco e enormes olhos penetrantes, o seu nome de batismo, Vlad, foi substituído pelo apelido de Drácula devido ao símbolo da família, o dracul,ou dragão.
Enquanto jovem, Drácula foi mantido como refém pelos turcos,com os quais aprendeu um processo dolorosíssimo de execução: o empalamento.
Em 1448, Vlad, então provavelmente com 18 anos, foi colocado no trono da Valáquia pelos turcos, mas, passados dois meses, refugiou-se num mosteiro cristão.















Depois de Constantinopla, a grande capital cristã, ter sido dominada pelos turcos, Vlad regressou ao seu trono hereditário em 1456, iniciando um reinado de quatro anos de terror extraordinariamente inventivo


No mais tristemente famoso massacre, no dia de S. Bartolomeu de 1460, 30.000 pessoas foram empaladas na Transilvânia

Mas foi um marido fiel e apaixonado, bárbaro ou não, tornou-se famoso por toda Europa cristã ao reconquistar fortalezas ao longo do Danúbio e conduzir os seus exércitos quase até o mar Negro.
Drácula foi sumariamente preso durante 12 anos pelo mesmo rei Matias da Hungria.

No cárcere, Drácula, que conseguia ser cativante e gentil, travou amizades com os guardas, que amavelmente lhe forneciam ratos e outros pequenos animais com os quais ele se divertia empalando na cela.Solto em 1474, Drácula reclamou, dois anos depois e pela terceira vez o trono da Valáquia, mas foi morto aos 45 anos, em mais uma batalha contra os turcos.Morreu chamando o nome da sua esposa. Sua cabeça foi cortada, e enviada ao sultão; o corpo jaz numa sepultura perto do seu castelo, hoje á venda.
















O VAMPIRO QUE NÃO QUER MORRER

Por que razão teria Stoker, associado Drácula, ou Vlad, o empalador, ao vampirismo? Gerações de crianças romenas têm sido ameaçadas com a frase: "Comporte-se, senão o Drácula te pega"


A verdade é que o conde Drácula imaginado por Stoker se recusa a morrer.


Bela Lugosi, o ator húngaro que foi o mais famoso Drácula do cinema, ganhou uma fortuna com esse papel, gasta toda tentando vencer o vício da morfina.Quando morreu, em 1956, aos 73 anos, foi enterrado, a seu pedido, com a capa preta forrada de cetim vermelho.
















Em meados da década de 80, relatos médicos sobre uma doença extremamente rara, a porfíria, reavivaram o interesse num possível fundamento para as lendas sobre vampiros, e na imprensa falou-se muito na "doença de Drácula". Na verdade só uma variedade muito rara de porfíria conhecida como CEP produz as características "vampirescas": dentes ponteagudos, excesso de cabelo, hipersensibilidade à luz e carência de sangue.

O Drácula da ficção permanece enraizado como a pergunta do jovem Harker, ainda sem resposta: "Que tipo de homem é este, ou que tipo de criatura é esta, tão semelhante ao homem, e tão sedutor,que arranca suspiro das mulheres ?

terça-feira, 28 de abril de 2009

JACK, O ESTRIPADOR (POSTAGEM ANTIGA)

ASSASSINATO ÁS MARGENS DO TÂMISA



Rápido como um felino, deleitando-se à vista de sangue, um assassino brutal escolhia suas vítimas entre as prostitutas de um bairro de judeus em Londres.Este crimimoso, que agiu em 1888, nunca foi descoberto, embora a polícia declarasse o caso encerrado Porque o fez?

















Com um pedaço de rim humano enviado à polícia pelo correio, vinha uma carta:" Mando metade do rim que tirei de uma mulher...o resto eu comi..."







Carta de Jack, está no museu de Londres
















: "Do inferno."Estava-se no outono de 1888, e toda Londres soube imediatamente que o macabro documento vinha de Jack, o Estripador, que acabara de esfaquear até a morte a sua quarta vítima conhecida, Catherune Eddwes, de 43 anos.






















As quarto mulheres tinham sido, todas, prostitutas patéticas, envelhecidas e gastas, obrigadas a exercer o seu degradante comércio no bairro conhecido por Whitechapel. Autêntica fossa de uma população pobre, era cortado por ruas e vielas estreitas que formavam um labirinto sujo de tabernas, bordéis e antros de ópio.




A primeira vítima foi Mary Ann "Polli" Nichols, de 42 anos, cuja garganta foi cortada na noite de 31 de agosto.




















Enquanto ela morria deitada num pequeno beco sujo, o assassino rasgava-lhe o abdômen com uma faca de 25 cm de lâmina. Oito dias depois, "Dark Annie" Chapman, de 47 anos já enfraquecida pela tuberculose, foi morta exatamente da mesma maneira e com o mesmo tipo de arma.











As pessoas lembraram-se então do assassinato de uma outra prostituta de Whitechapel ocorrido anteriormente.














Como esta morrera apunhalada, a polícia considerou não haver ligação entre os casos, mas o público tinha opinião diferente e protestou, receoso, obrigando a polícia a enviar reforços para o bairro.











Detetives particulares e voluntários civis alistaram-se na comissão de Vigilância de Whitechapel, instituída por firmas comerciais londrinas preocupadas com o assunto.





ESTA É A LISTA NA ÉPOCA DIVULGADA POR POSSÍVEIS SUSPEITOS, ENTRE ELES O DUQUE DE CLARENCE, NETO DA RAINHA VITÓRIA.














O medo trouxe à tona os aspectos negativos da vida na época Vitoriana. Os membros desta sociedade bem estabelecida não se preocupavam com as condições cruéis em que viviam as camadas pobres.

Numa época em que os assuntos sexuais não eram sequer comentados e muito menos discutidos, as chamadas pessoas decentes fingiam não ver as numerosas prostitutas das ruas da cidade.

No entanto, as atenções continuaram viradas para o assassino, que escrevera a primeira carta em que se gabava dos seus crimes com tinta vermelha e a assinara com o nome que a si próprio atribuía: Jack, o Estripador.























Os patologistas concluíram que o assassino era canhoto e tinha conhecimentos de anatomia, pois sabia extrair com precisão orgãos humanos

E, pouco a pouco, verificou-se que todos os crimes tinham ocorrido entre as 11 horas da noite e as 4 da manhã. Mas isso não era, de forma alguma, prova suficiente. os investigadores começaram a perseguir pessoas inocentes só porque eram criminosos comuns, agressores sexuais conhecidos ou cirurgiões e açougueiro com perturbações mentais

Os crimes do assassino tornaram-se ainda mais audaciosos e mais tenebrosos. Aparentemente surpreendido logo depois de ter cortado a garganta de Elizabeth "Long Liz", de 45 anos, o estripador desapareceu rapidamente nas brumas pouco a pouco depois da meia noite de 30 de setembro, deixando a vítima morta, mas não mutilada. Encontraram-na segurando em uma das mãos um cacho de uvas e na outra alguns doces. A pessoa que surgira nesta hora ouvira passos, mas não viu o assassino

Privado de seu prazer habitual, o estripador atacou de novo passados 45 minutos. O seu alvo foi Catherine Eddwes, que ele matou e estripou, tirando-lhe o pedaço do rim e intestinos que enviou pelo correio.

Inacreditavelmente, um guarda que patrulhava o local a apenas alguns metros nada ouviu: e o assassino, presumivelmente sujo de sangue, conseguiu mais uma vez fugir, naquela movimentada noite de sábado, num bairro superpovoado e cheio de reforços.

















UM SUSPEITO DE SANGUE REAL...
Durante as seis semanas seguintes, o estripador não deu sinal de vida. Entretanto, a polícia prosseguia em uma pista bem interessante.

Na noite em que Stride e Eddowes tinham sido mortas, um agente detivera um cavalheiro que falava com uma prostituta. Ao ser interrogado, este suspeito bem- falante- deslocado em tão miserável bairro- afirmou ser médico e convenceu o agente a deixá-lo partir.

Subitamente, espalharam- se boatos incontroláveis : seria o criminoso uma pessoa da alta sociedade que, levado por qualquer louco impulsivo, tivesse ficado obcecado pela vida desregrada daquele bairro ?

Durante quase um século, o suspeito favorito dos adptos desta teoria foi o duque de Clarence, neto da rainha Vitória.


















Os jornais da época, contudo, nunca publicaram tais especulações, pois o duque era o filho mais velho do herdeiro do trono, o príncipe de Gales e futuro Eduardo VII
Mas sabia-se que o duque sofria de algum tipo de instabilidade mental, e os defensores daquela teoria apontam que ele foi internado num hospital de doente mentais depois do último crime e que nunca mais de lá saiu. O duque morreu em 1892.


















SUÍCIDIO CONVENIENTE
O mais horrível destes assassinatos teve lugar na madrugada de 10 de novembro.















As 3:45 deste dia, os vizinhos ouviram gritos provinientes do quarto de Jane "Blak Mary" Kelly, que tinha apenas 24 anos.

Quando a criada do senhorio entrou no quarto, já de dia, tornou-se evidente que o estripador aproveitara a privacidade oferecida pelo alojamento da vítima: minuciosamente, tinha tirado as víceras do cadáver, removido o coração e os rins e arrumado pelo quarto as outras parte do corpo.
Este crime brutal e bizarro foi o último atribuído a Jack, o Estripador.
Algumas semanas depois a polícia encerrava o caso, sem qualquer explicação ao povo.
Os membros da Comissão foram informados que o assassino antes de confessar se jogou no Tâmisa.

Comentários de que teria sempre no local, pistas, inclusive desenhos da maçonaria, na época somente aberta aos membros da mesma, e que sempre eram apagados misteriosamente por alguem da própria polícia.
























Aos meus leitores, sugiro o filme DO INFERNO, JOHNNY DEPP, HEARTHER GRAHAM, COMO ATORES PRINCIPAIS

Diretor,ALBERT HUGHE

Este filme retrata muito bem a época vitoriana, e a fotografia é perfeita.









Quanto a história do homem afogado, fora realmente retirado do Tâmisa o corpo de um suicida depois do assassinato de "Black Mary" Kelliy.

No dia seguinte, 3 de dezembro de Montague John Druitt, um advogado com vida difícil e obcecado pela doença mental da mãe, matou-se por afogamento.

A sua nota de suicídio, nunca exposta ao público, podia bem encerrar o caso.

Filho de uma família aristocrática de médicos, Druitt tinha boas relações com a nobreza inglesa.


segunda-feira, 13 de abril de 2009

A FAMOSA CORTESÃ

La Paiva, embora sendo apenas uma cortesã e principalmente uma mulher foi quem mais contribuiu e muito para acabar com a guerra contra os prussianos.



Na frança as corridas de cavalos tornaram-se moda a exemplo da Inglaterra.




Em 1864 Manet pintou magnificamente as corridas em Longchamp, porém a era dos triunfos das corridas francesas já haviam começado a uma década.



O hipódromo de Lonchamp foi inaugurado em 1857.

Deveu-se ao Duque de Morny, o versátil estadista , desportista e dramaturgo amador, a idéia da instituição do Grand Prix.



A cidade de Paris passou a oferecer cem mil francos pela importante corrida e em 1863 um cavalo inglês foi o vencedor deste grande prêmio.

La Paiva, a mais rica e mais sensacional cortesã do império francês foi também considerada a mulher mais sensual e mais libertina do século.






Sua luxuosa e caríssima casa na Avenida des Champs - Elysées é atualmente o Travellers Club. , pode ser visitada na parte da manhã e conhecer toda a beleza da casa, , antes da chegada de qualquer um dos seus sócios.





Nos banheiros , as torneiras de ouro abrigam pedras preciosas.



Existe porém , na casa, a atmosfera de magia e de mistério que La Paiva exercera sobre os homens de Paris e do mundo inteiro.




Em março de 1871, quando os prussianos entraram em Paris, La Paiva permaneceu em pé nos degraus de sua casa durante todo o tempo que Henckel von Donnermarck, seu amante de uniforme assistia á marcha de seus compatriotas. Ela ajudou a esconder políticos e estadistas famosos durante este período.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

O CASO DO COLAR DE MARIA ANTONIETA




O colar atualmente pertence á condessa de Sutherland. É uma história verdadeira, apesar de ser chamada, indevidamente, de " o caso do colar de Maria Antonieta"

Na verdade a infeliz rainha foi guilhotinada sem saber da existência da jóia.



A condessa de La Motte, uma aventureira descentende bastarda de Henrique II, foi quem armou toda a trama, fazendo crer que Maria Antonieta encomendara o colar, na realidade mandando confeccionar para ela própria , por uma enorme quantia em dinheiro.

O colar era formado de 21 enormes diamantes, com pingentes marchetados com mais de cem outras pedras menores.

A condessa conseguiu persuadir o príncipe Luiz e o cardeal da França que a rainha desejava adquiri-lo " a revelia", e que ela , a condessa, concordara em apoia-la nesta empreitada.



Quando um mensageiro foi buscar a jóia, apresentando uma assinatura falsificada da rainha, o cardeal { descoberto depois ,era cúmplice", entregou-lhe o colar que já estava em seu poder.




A falcatrua logo veio a tona. O joalheiro reclamou do dinheiro com Maria Antonieta, mas a rainha asseverou não ter conhecimento da jóia.

A condessa de La Motte foi sentenciada a ser marcada a ferro em brasa com um "V" em cada braço. {V de voleuse, ou seja, ladra}

Apropriando-se dos 21 diamantes mais valiosos, ela conseguiu fugir para Londres, onde vendeu as pedras preciosas, vindo a falecer em !791.

O cardeal culpado de cumplicidade, foi destituído do cargo e banido da França.

O incidente serviu para desmoralizar ainda mais a monarquia francesa, tendo sido a gota d´agua a história deste colar, para que se desencadeasse toda a violência ocorrida durante a revolução.

domingo, 22 de março de 2009

VAN DYCK


Foi no começo do século XVII que os aristocratas ingleses se tornaram conhecedores de arte e começaram a colecionar obras valiosas em sua mansões e castelos.


Maria de Tassis

O maior retratista da época foi o pintor sir Anthony van Dyck muito amigo de Rubens e acredita- se e chegaram a trabalhar no mesmo ateliê
Foram homens como Thomas Howard, conde de Arundel, que convenceram Van Dyck a ir para a Inglaterra.


Depois de onze anos, quando sua arte e seus dotes já eram conhecidos e admirados por toda Europa, ele voltou pela segunda vez á Inglaterra para pintar uma série de retratos da família real.


O retrato triplo que pintou de Charles I é um brilhante exemplo de sua maestria.

Outros dos maravilhosos retratos pintados por Van Dyck foi o de Thomas Wentworth, conde de Stanfford, e ainda o de lorde Derby e do conde de Penbrock.



Tornou-se marca registrada de todo quadro de Van Dyck o modo diferente como ele pintava as mãos, retratando com destaque e perfeição os dedos longos e aristocrático de seus modelos. Os modelos que não tinham dedos longos o artista tratava de alongar.



Estudo de uma cabeça


segunda-feira, 9 de março de 2009

A ETERNA E ROMÂNTICA MOSCOU









A maioria dos castelos que foram incendiados e saqueados, durante a grande a fuga de Moscou, estão hoje exatamente como no tempo em que foram construídos por Catarina , a Grande. Visitei-os em uma viagem que fiz a Russia, na época, estive também em Leningrado [que merece a fama de ser a "mais bonita cidade do mundo". ]








Como conta a história , Czar Alexandre, a Czarina e, é claro Napoleão Bonaparte A tomada está escrita exatamente como aconteceu, mas foi uma vitória curta.






O Czar recusou-se a assinar o armistício e, depois de cinco semanas, Napoleão não teve escolha, senão se retirar com seu exército e iniciar o longo caminho de volta para a França


Mas partiu tarde demais.

A 4 de novembro, a neve começou a cair e, e dois dias depois, a temperatura era muitos graus abaixo de zero. A selvageria dos camponeses russos e a falta de comida derrotaram os invasores. As estradas ficaram coberta de franceses mortos. cerca de meio milhão de soldados da Grande Armada de Napoleão jamais chegaram à França.

Em abril de 1814, Napoleão abdicou e foi exilado na ilha de Elba




Quando Alexandre entrou em Paris, as multidões deliraram e seu próprio país implrou para que ele aceitasse o título de "Alexandre, o Abençoado".



O Czar foi o primeiro, no congresso de Viena, a ter a idéia de uma liga das nações.

Os Russos reconstruíram Moscou e o fez com brilhantismo aquela cidade devastada pelos Alemaes, em 1941.



Os palácios que haviam sido saqueados e bombardeados, agora estão requintados e esplêndidos, exatamente como foram construídos por ordem de Catarina.





Peço desculpa pela imagem errada.Este é o palácio da pena em Portugal.





Todo período Romântico do balé começou com a peça Les Sylphdes, a qual foi apresentada em Paris no mês de março de 1852, em Londres no mês de julho e em São Petisburgo no mês de setembro.





O traje atribuído a "Lami", com sua saia longa em forma de sino, tornou-se uma vestimenta tradicional das bairarinas daquele período e é usado até os dias de hoje.




segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

SEVILHA- DE DOM JUAN A VIRGEM MARIA



Há algo na atmosfera de Sevilha que se comunica de imediato a todo recém chegado.

Já foi descirto como uma sensação de romance, de joie de vivre, uma impressão de cor e vida.




A famosa procissão que se inicia no domingo de Ramos e continua até o dia da Páscoa, onde todas as sacadas vizinhas a famosa catredal ficam ornamentadas com ramos de palma e estranhas figuras em todas as entradas.




As imagens são fantásticas. Os Pasos, correspondem a todos os lugares da parada da Cruz, assim como a Virgem, as mulheres se vestem com capas de cetim ou damansco reluzindo de jóias preciosas e verdadeiras.

As damas espanholas esvaziam seus estojos de jóias e inundam a Virgem de presentes. os Pasos, montados plataformas são carregados através da cidade.

O amor é uma questão soberana em Sevilha, a cidade de Dom Juan, na verdade seu nome era Miguel de Mana. Era rico, licencioso e descuidado em relação a própria riqueza.

Permaneceu na memória das pessoas , como o maior e perfeito amante que o mundo já viu. E poucas pessoas sabem que no final de sua vida Miguel renunciou aos bens terrestres e reuniu-se á irmandade de Caridade, tentando apagar seus pecados, pois reza a lenda que nenhuma senhora de toda a Sevilha ficou sem receber seus carinhos.


Por toda parte de Sevilha encontra-se resquícios de construções mouras.Jardins submersos e ladrilhos pintados de ceramica levam a reflexão de que uma grande parte das belezas da cidade não provém dos espanhóis, mas daqueles que por longo tempo foram seus conquistadores.A Torre de Ouro, anteriormente, se comunicava com o Alcazar, através de uma passagem subterrânea.


Carlos V construiu ali um pequeno palácio, onde esplêndidas tapeçarias celebravam sua triunfante expedição a Tunísia.





Os jardins de Sevilha, com seus altos muros cobertos de flores, são adornados por grutas e fontes.Em cada pátio, observam-se elevadas janelas transparentes, através das quais as comcumbinas costumavam espiar seus amos e amantes.
Recomendo, um filme inebriante.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A BORGONHA


A Borgonha tem um centro, mas não tem fronteiras".

Esta é uma descrição clássica de uma das mais atraentes e indefiníveis regiões do interior da França

Descobri que de certa maneira era bem diferente de todas as outras regiões francesas que conheço.



A não ser pela comida, que é deliciosa, pois só os franceses realmente entendem da haute cuisine.

Em todas as cidades, em todas as igrejas e na própria atmosfera da Borgonha, ainda se pode sentir o espírito dos grande duques do oeste. O Poder e a influência deles nas guerras e na arte criaram um elo de ligação entre o mundo medieval e a Renascença.

A feitiçaria é uma das supertições mais antigas e a perseguição das chamadas "bruxas" foi um acontecimento na história da humanidade que se repetiu em vários países.



A feitiçaria talvez tenha começado na escuridão das cavernas, com os primeiros homens e mulheres.

Na frança, tal como na Inglaterra, houve uma grande onda de feitiçarias nos séculos XVI e XVII, e, embora as bruxas tivessem sido perseguidas, torturadas e mortas, a magia nunca morreu.

Ela pertence no mundo das sacerdotisas, infiltradas nas grandes religiões e invade as filosofias antigas.

As vozes que Joana d´Arc ouvia fizeram-na ser condenada como bruxa; entretanto, hoje em dia, não existe uma só igreja na Borgonha que não tenha a imagem dela, e velas acesas dos devotos.



Ainda existe feiticeiros em algumas cidades das zonas rurais mas, em geral só praticam magia branca para trazer amor e boa sorte aos que os procuram.


Um bom filme.


Talvez na Borgonha, mais do que em outras regiões da França, paire no ar uma estranha magia.